Supervisões Clínicas
 
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O analista deve continuar aprendendo sempre,
nunca esquecendo que cada novo caso traz à luz novos problemas e, portanto,
dá origem a conjecturas inconscientes nunca antes consteladas.

[...] uma boa parte do tratamento que se propõe a investigar em profundidade,
consiste no exame que o próprio terapeuta faz de si mesmo,
pois somente poderá aplicar aquilo que conseguiu aplicar em si próprio.

Também não é nenhuma perda sentir o paciente
passando a sua frente ou até mesmo vencendo-o:
é sua própria ferida que dá medida do seu poder de cura.

C. G. Jung, 1978, C W, V. XI/1, §. 391