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  Origens do Instituto


Quais as origens do Instituto?

O Instituto foi fundado a partir da experiência adquirida através do Curso de Técnicas Terapêuticas Junguianas, fundado em 1991. Começaram a ministrar o curso duas psicólogas. Uma delas era na época psicóloga clínica, docente e supervisora universitária, trabalhando clinicamente dentro de uma abordagem junguiana. Outra era psicóloga clínica e estava especializando-se em cinesiologia, dando um enfoque corporal ‘a sua prática. O curso ‘a época tinha então uma abordagem clássica da escola junguiana e uma abordagem corporal preconizada por Petho Sandor.

Quais foram os mitos de fundação?

O mito do herói, a necessidade de crescer, de envolver-se, de assumir responsabilidades pessoais e sociais.

Porque este curso veio a existir?

A psicóloga que era docente universitária e supervisora clínica, mantendo portanto uma relação de proximidade muito intensa com jovens em vias de conclusão da graduação em psicologia. Movidos pela necessidade de ampliação dos conhecimentos para a inserção no mercado de trabalho enquanto psicólogos clínicos, um grupo de alunos quintanistas incentivou-a muito a formar um grupo, um curso de iniciação que lhes favorecesse o aprendizado mais apurado de uma sonhada prática clínica, agora tão prestes a ser conseguida. Queriam eles aliar a possibilidade de um conhecimento sólido e seguro com a questão financeira. Para quem trabalha e estuda no interior, muitas vezes extremamente distante da capital, é sabido das dificuldades que isso pode acarretar para que se obtenha uma constante e progressiva apropriação de conhecimentos. Assim sendo, planejou-se um curso que favorecesse uma concentração de aprendizado, priorizando-se o “como fazer” e o “como atuar”, embasado em um programa teórico prático, onde o participante receberia também toda a orientação necessária para o seu aprofundamento teórico e para a sua prática clínica.

Qual é o espírito do curso?

Oportunizar aos interessados o estudo e a prática junguiana embasados em princípios éticos profissionais e éticos pessoais sérios, assim como resguardar o mercado da psicoterapia para os psicólogos, ‘a medida que identificava-se uma constante apropriação indébita de um campo e espaço de atuação dos profissionais legitimamente formados para exercerem a função de terapeutas por uma invasão de profissionais e pessoas alheios aos interesses psi.

Como o curso desenvolveu-se ao longo do tempo?

A primeira turma participou de um curso de iniciação de 4 meses. Sem nenhuma mega pretensão, porém com muito cuidado ético e total esmero teórico/prático, o curso foi largamente recomendado por seus participantes. Já no próximo semestre o curso dobrou de população, divididas em duas turmas. Novamente o curso atingiu seus objetivos e os participantes decidiram e incentivaram as organizadoras a continuarem, a oportunizar a tão sonhada possibilidade de crescimento. Assim foi feito e o curso atingiu primeiramente as suas 200 primeiras horas, chamadas de INICIAÇÃO e posteriormente 360 horas onde então se passou, além de ampliação e aprofundamentos dos estudos um avanço do conhecimento com a inclusão da supervisão e discussão de casos clínicos.

Quais as mudanças de estratégia?

O curso era oferecido modulado e passou a ser oferecido como unidade, ou seja, só faria jus ao certificado aquele que completasse as 200hs oferecidas em dois anos de estudo, realizasse uma pesquisa e participasse de um Congressinho, posteriormente de uma Mostra dePesquisas. Com isso procurou controlar-se a variável de alguns profissionais apropriarem-se parcialmente de um conhecimento e indevidamente e colocarem-no na prática. Novamente por interesse do grupo e tendo em vista as mudanças constantes nas exigências tanto educacionais quanto do mercado de trabalho, passaram os alunos já envolvidos com o curso e em práticas clínicas a realizarem Grupos de Supervisão.

Passou-se a pleitear também que o curso a partir de 2001 fosse reconhecido como formador de especialistas em psicologia clínica, para tanto se adaptando as exigências de agências credenciadoras. Uma dessas exigências é um curso formador ter uma entidade jurídica que o ofereça e responsabilize-se por ele. Para tanto, uma vez que todos os alicerces de fundação que favoreceriam não só a ampliação de um curso como também a ampliação de toda uma gama de serviços ‘a comunidade acadêmica, psi e no geral fosse oferecido, criou-se o Instituto de Psicologia Junguiana de Bauru e Região.

O curso passou a ser oferecido de dois em dois anos para que não saturasse o mercado de profissionais com a mesma formação.

Quais as mudanças de foco?

Por motivo de interesses profissionais diversificados, com a saída de uma das docentes do curso, o curso deixa de ter um caráter de estudo corporal inerente, passando a concentrar-se intensamente na área clássica da psicoterapia junguiana. Estudos corporais foram no entanto re-introduzidos através de estudos na área psicossomática. Modificou-se seu programa sempre que houve necessidade de atualização, como foi o caso de introdução de estudos de técnicas breves para atendimentos de crise, grupos, etc.

Quais os clientes?

Alunos dos últimos anos de graduação, psicólogos,mitólogos e médicos de áreas afins. Em hipótese alguma se permitiu ou será permitida a transmissão de conhecimentos Restritos aos profissionais psi a quaisquer outros profissionais sob qualquer hipótese.

Quais os produtos e serviços?

Primeiramente o curso. Em um segundo momento as supervisões. Em um terceiro momento identificou-se a necessidade de envolvimento com pesquisas e trabalhos metodologicamente mais corretos, embasados em um solo criterioso e científico. Passou-se a organizar então ‘ENCONTROS INTERNOS’ que se denominou carinhosamente de Congressinho. Cada aluno aprofundava-se em um tema estudado que fosse de seu interesse e posteriormente apresentava-o para seus parceiros de curso.

Ampliava-se o nível de conhecimentos de todo o grupo.

Com o aprimoramento das pesquisas dos alunos bem com a manifestação de interesse de pessoas extra grupos, passou-se a ter nesses encontros alguns convidados. Realizaram cinco desses encontros.

Identificou-se a oportunidade e a necessidade de ampliação do próprio compromisso do curso de divulgar a escola junguiana bem como de informar a comunidade tanto acadêmica como geral dos conhecimentos e dos avanços da linha junguiana. Com um critérios metodológico bem mais apurado o Congressinho transformou-se em Mostra de Pesquisas e concomitantemente a estes gerou-se a Jornada de Psicologia Junguiana de Bauru e Região, com profissionais da casa e ad hoc.

Em maio de 2002, criou-se um Grupo de Estudos e Pesquisas Psicológica Integradas à Dermatologia – EPPIDERM - hoje se configurando como um departamento do Instituto, com vida, produção própria e autonomia de funcionamento, subordinando-se no entanto, depois de fundado o Instituto, ao seu Conselho Deliberativo. Esse grupo realizou como atividade de lançamento o curso “Dores da Alma, Doenças da Pele: um diálogo psicossomático” de larga aceitação por parte da comunidade em geral e acadêmica de Bauru e Região. Como continuidade desenvolve um Grupo de Estudos de periodicidade mensal, com a participação da comissão idealizadora e coordenadora e da comissão ampliada, constituída por psicólogos que prestam serviços na área de Dermatologia Integrativa, encontrando no grupo oportunidade de aquisição de conhecimentos, troca de experiências e vivências dentro da prática psicoterápica realizada em caráter interdisciplinar.

O Grupo já conta com alguns trabalhos científicos publicados, inúmeras participações em eventos na condição de participante e/ou conferencistas. Mantém contato estreito com a Sociedade De Dermatologia Integrativa do Brasil, órgão máximo em sua categoria.

Mudanças de local/recursos?

Inicialmente o curso era desenvolvido em um consultório de psicologia clinica. Com a crescente profissionalização do curso o mesmo passou a ser desenvolvido em Centros de Convenções e Espaços Culturais mais amplos.

Foi melhorado tanto o ambiente físico como os recursos áudio visuais, quanto o material didático. Investiu-se pesado na capacitação e titulação da coordenação do curso.

Como é a Estrutura do Instituto Hoje?

Ao longo desses 12 anos de Curso, Supervisões, Congressinhos, Mostras e Jornadas, um grupo de 20 pessoas manteve-se fixo e unido.

Como característica desse grupo pioneiro destaca-se que todos são profissionais respeitados pela sua atuação profissional, desempenham relevantes papéis em suas comunidades de origem, destacam-se pela qualidade na prática da psicologia em diferentes áreas, e em outras áreas da saúde contribuindo para o crescimento e sedimentação da psicologia junguiana, medicina e mitologia a serviço de melhores condições de vida nas comunidades nas quais atuam. Investem pesado em seu crescimento profissional e estudam com dedicação. Participam de cursos, congressos e eventos tanto nacionais como internacionais. Mantém-se atualizados. Tanto o Instituto, como sua atual diretoria, tem como característica e diferenciação o caráter de interdisciplinariedade, ficando assim constituída:

Instituto de Psicologia Junguiana de Bauru e Região

Primeira Gestão - 2003/2007

Fundação do Instituto

Diretor Presidente:

Regina Célia Paganini Lourenço Furigo

Vice Diretor Presidente

Mônica Perri Kohl Greghi

Diretor Secretário:

Helenice Cristina Azevedo e Silva

Vice Diretor Secretário

Mariana Mondelli

Diretor Tesoureiro

Sueli Aparecida Sestare

Vice Diretor Tesoureiro

Dr. Antonio Carlos Ceribelli Martelli

Diretor Científico :

Sidney José de Oliveira

Vice Diretor Científico :

Eneliz Capellini

Diretor de Parcerias e Projetos :

Vera Borges de Carvalho

Vice Diretor de Parcerias e Projetos

Maria Áurea de Souza Lima

Conselho Fiscal :

Angelita Zanolo de França

Renata Barros

Adriana Helena S.D.Mendonça

Fábio Henrique Sartori Mendonça

Conselho Deliberativo:

Roberta Andréa de Morais Barboza

Maria Celeste Rodelli

Rosemary Pandolfi de Fávari

Maria Cristina Franciscato

Valéria Cristina Bacchiégga

Elizabete Fonseca Vieira